Quando estiveres a escrever a história da tua vida, não deixes que ninguém pegue na caneta por ti (...)

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2014.

365/365. Acabou-se 2014.
Eram tantas as expectativas que, provavelmente, me posso sentir feliz por, mesmo sem ter realizado metade, me sentir bem. Na verdade, não foi um ano grandioso mas foi um ano com algum esplendor. Teve muita coisa para ser um ano ótimo. Teve o culminar: a proposta para editar aquelas folhas. Teve uma família sempre ligada. Teve produção de bebés e chegada deles. Teve beijos, muito beijos, abraços e sorrisos. Teve fotografias. Além das 365. Sozinha e acompanhada. Teve mimo, muito mimo,  à tarde, ao fim da tarde, à noite, a meio da noite e ao fim da noite. Teve filmes que ficaram a meio. Teve amor que não foi mais do que paixão. Teve loucura e muito mais que isso. Teve pessoas novas e manteve algumas das verdadeiras velhas guardas. Teve um terceiro esquerdo que permanece melhor que nunca. Teve meio estágio de saúde familiar que me deixou nas nuvens e teve um estágio de pediatria que me fez voar. Teve dificuldades. E também teve vitórias. Deixou de ter pseudos. Deixou de ter caloiras de 2º ano a ligar a meio da noite, por obra certamente do irmão. Também deixou de ter esse irmão, definitivamente, hoje é o seu último dia no meu capítulo. Também por isso se tornou um ano tão mau e tão bom ao mesmo tempo. Teve sustos grandes que me puseram à prova. Que superei. Perdi pessoas de quem gosto muito, e uma delas fez-me ganhar a grande batalha de enfrentar o IPO. Voltei a ter 365 dias que tive o meu anjo da guarda sempre comigo. Não, não nasceu uma nova pessoa. Continuo a ser eu, e cada vez mais eu. A mesma simplista de sempre. A que só se maquilha quando se lembra e bem lhe apetece e que não é pelas borbulhas na cara ou pelos kilinhos a mais que gosta menos de si! Cada vez mais, sou a mesma pessoa de sempre, que gosta de dar sorrisos a quem ama e que deseja às pessoas que ironicamente a "adoram" o dobro do que essas mesmas lhe desejam a ela. Também é verdade que continua com estes mesmos trocadilhos de sempre. Revoltou-se e sentiu-se à parte, mas cada vez se sentiu mais forte e capaz. Começou a encarar coisas de diferentes formas e percebeu que as grandes batalhas, por piores que sejam, não são entregues a qualquer um. Sobretudo fez aquilo que mais lhe gozo dá: Viveu! E continua a viver. E como já leu por aí "Encerra os assuntos que tens a encerrar. Diz o que tens a dizer e faz o que tens a fazer. Liga a quem te esqueceste este ano. Dá um abraço a quem deixaste sem o teu calor. Dá um beijo a quem ficou sem o teu sabor. Faz o que te diverte, o que te preenche e torna inteiro. Faz o que te faz sorrir. Pede o que te faz sorrir. Exige o que te faz sorrir. Faz hoje: não esperes pelo ano que se inicia." 

Que o vosso 2015 seja o melhor.




1 comentário:

Andreia Morais disse...

Espero que tenhas um ano fantástico :) *