Quase 1h. O computador está demasiado quente e, neste momento, já não consigo perceber quem processa pior, se ele, se eu. Mas tenho o manual das formandas para fazer. É preciso para a sessão de segunda. E pedi à administrativa, que, por favor, me deixasse enviá-lo até segunda de manhã (antes era humanamente impossível e inexequível, uma vez que o centro está fechado ao fim-de-semana).
Segunda-feira de manhã, entro às 8h. Saio ás 11h. Tenho mesmo de o enviar amanhã, quer dizer, hoje à noite. Estou a dar em maluca. Em conversa com um colega, acabo de lhe dizer que este ano não está a sair nada, nada, nada, nada, como o planeado. Não por via laboral.. As coisas não são um mar de rosas, mas graças a Deus, estou a trabalhar no que gosto, tempo suficiente para "viver". Sim. Viver. Porque trabalho não é vida. Vida é mais do que isso. É conseguir acompanhar de perto quem neste momento mais precisa de mim (o verdadeiro sopapo de 2017, que deixou o ano de rastos, levou a esta necessidade).
Nem para o blog tem existido grande tempo. Isto deixa-me triste. Deixa-me triste como o facto das pessoas serem capazes de se desligarem, aparentemente sem motivo. Dizíamos, eu e o meu colega, também em conversa, que devemos aprender a sentir a falta apenas de quem sente falta de nós. Mas emocionalmente, já fui muito mais forte do que o que sou. E esquecer... Bem esquecer nunca foi o meu forte, admito. E agora?
(Perdi cinco minutos a escrever no blog. Quer dizer, ganhei. Olhando para este bocadinho ganhei. Desabafei. E escrevi. Se fosse no manual de formandas só tinha escrito uma palavra... E meia, pronto!)
Keep calm. Keep strong.
1 comentário:
Há alturas em que parece que a nossa inspiração foi de férias sem nos avisar. Força, tu consegues!
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