Quando estiveres a escrever a história da tua vida, não deixes que ninguém pegue na caneta por ti (...)

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

nem sempre é como queremos

que saudades. que saudades de vir aqui e dizer tudo. que saudades de estar contigo. que saudades de ti. que saudades de nós. que saudades do que partiu. que saudades dos tempos de criança onde a inocência não permitia que sofrêssemos metade daquilo que sofremos agora, que somos adultos, adultos jovens, whatever. mas, nem sempre é como queremos. 
e hoje cá voltei eu, depois de dias e dias com a cabeça "enfiada" nos livros. digo-vos que as minhas perspetivas para as frequências, que é como quem diz, para as duas semanas que se avizinham, são tudo menos boas.
estava a dizer que tinha saudades de estar contigo (sim, com ele). que tinha saudades de nós (sim, eu e ele). e tenho. não nego isso nem consigo mentir a mim própria. mas foi a nossa escolha, acabar. e isso, isso de saber que tenho saudades mas que não as vou "matar", não é que seja um consolo propriamente dito.


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