Quando estiveres a escrever a história da tua vida, não deixes que ninguém pegue na caneta por ti (...)

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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

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Há pessoas que nos fazem correr mundos imaginários… Imaginar um mais que perfeito.
Seres especiais que tal como bens indispensáveis são necessários è nossa vida.
Mexem connosco, fazem-nos rir, magoam-nos, fazem-nos chorar, tudo isto porque são pessoas que nos fazem imensa falta e não sabemos como viver sem eles por perto. Pessoas que amamos.
O hábito de lidar com eles começa a tornar-se numa rotina. Rotina esta que tem como consequência uma unção de dois corações. Começamos a agir como se vivêssemos em função destes seres, e à frente e primeiro que tudo e todos, o nosso dever é faze-los felizes.
Contudo não somos únicos… Precisamos de mais pessoas a contribuir. Ninguém vive, muito menos ninguém consegue, viver sozinho.
Existe um dia onde tudo derruba em nós.. É inacreditável.
Eu também não sabia que as coisas podiam ter um fim assim, mas depois de algumas noites ao relento a reflectir sobre tudo … Depois de vários pensamentos ao vento … Depois de alguns gritos de raiva … Parece que sim. Parece que é possível.
Se há coisa que custa é esta separação… Digamos que não é bem separação, mas é esta distancia à qual não estamos habituados e se torna bastante difícil, mesmo depois de todas as tentativas estudadas.
Chega ao ponto em que pensamos que provavelmente não somos assim tão fortes, e aquela força interior que nos alimentava parece nos ter abandonado…
O poder que tínhamos sobre as verdades, o poder que o combate com a verdade tinha exercido sobre nós, o sucessivo enfrentar que nos garantia aquela presença inexplicável. Não há hipóteses. Não sei como resolver aquilo que ainda não acabou, mas que pelo que dá a entender, se esta a alastrara muito e se pode vir a agravar bastante.
A magia, a pureza e o orgulho com qual olhamos em frente parece que era indeterminada e nos fazia superar tudo e todos, não olhar a meios para atingir os fins.
Deixaram-nos sozinhos…
Para que ninguém sofra com isto eu limito-me a escrever, a desabafar com uma folha e um lápis, pensa-se que esta pode não ser a melhor alternativa, mas acredito que é uma das que mais alivia.
Agora, única e exclusivamente, percebo, que Amigos são aqueles que nos dizem Ola todos os dias, os que não nos deixam cair.

Inicios de 2007 ... (Zanga com um Amigo)

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